Independente de ser bom ou ruim, o Big Brother Brasil entra na agenda nacional a cada edição. Esse ano, o reality show mais amado e odiado do Brasil, está cheio de novidades. Quatro infelizes nem passaram da porta de entrada da casa mais vigiada do país e três deles assim permanecerão. A própria produção tratou de dividir a casa em panelinhas e o circo está armado. Na fauna humana, duas novidades: um vô e uma vó. Voinho rejeita voinha, que não está se dando bem no jogo, que segue com os ingredientes essenciais.
Quem precisa de ajuda pra passar protetor solar nas coxas?
Até começar a minissérie na TV Globo, Maysa tava fora de moda. Com bons índices de audiência, a obra dirigida pelo filho da cantora, o diretor Jayme Monjardim, revelou uma personagem transgressora, talentosa, intensa, temperamental, contraditória, incoerente, imperfeita. Personagens assim ficam para sempre. Ficou um gostinho de quero mais, uma pulga atrás da orelha perguntando: o que foi mais que Maysa aprontou? Seus amores, seus escândalos, suas canções, sua trajetória....
Diante disso, dois dos quatro livros sobre a cantora ganharam uma nova edição na esteira da minissérie, que terminou nesta sexta-feira (16).
Autor da biografia "Maysa - Só Numa Multidão de Amores" (editora Globo, 432 págs., R$ 32), base da minissérie global sobre a cantora, o jornalista Lira Neto não gostou da adaptação para a TV: "O principal ponto é transformar os assombros e a complexidade de Maysa em algo tão rasteiro", afirmou. O biógrafo discorda do roteirista da série, Manoel Carlos, que inseriu elementos de ficção no trabalho. "A vida de Maysa por si só é tão espetacular que não necessitaria de nenhuma ficção. A história em si tende a ser simplificada para efeitos de adaptação, de roteiro, mas acho que passou um pouco da medida", completou.